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CAPÍTULO 32 - O MAL ESTÁ ENTRE NÓS

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  — Pensei que ficaria feliz, Dess! — Eu fiquei, mas... — Não precisa aceitar a sugestão de Celeste, filha. Vocês podem fazer o que quiserem com o dinheiro da venda. — Não fale por mim, Enrico! — protesta Celeste, erguendo o queixo delicado. Seus olhos astutos recaem sobre mim. — Eu os quero por perto. Somos uma família. Qual o problema em vivermos todos juntos? — Não podemos largar a academia e ir morar em outro país, Vincenzo! Fala pra ela! Nossa filha tem uma vida aqui! Eu tenho uma vida aqui! Nosso filho vai ter uma vida aqui! — Não me faça acreditar que você prefere viver nesse país de gente pobre, sem futuro. — Pode se afastar de mim enquanto fala, Celeste? — rosno, encarando seu nariz afilado. — Dess, calma. Eles estão tentando ajudar. — diz Vincenzo. Viro-me pra ele, revoltada. — Eu agradeço, Vincenzo. Mas uma coisa é vender o castelo e nos dar o dinheiro. Outra é impor condição. Isso não faz sentido. — Dess! — O quê? Eu não posso achar estranho que sua mãe queira morar com...